
Essa é uma das perguntas que mais me faço. A cada dia temos à nossa frente escolhas dos mais diversos tipos, desde qual meia calçar, até que caminho seguir diante de um grande problema.
A maioria dessas escolhas não são dilemas no verdadeiro sentido da palavra. Você escolhe qualquer meia, porque isso não fará muita diferença em como será seu dia. E define certa direção para o grande problema, porque era a solução óbvia a se tomar.
Mas o que você faz quando a escolha a se adotar não é tão clara?
Perceba primeiro que isso só acontece em uma determinada situação, quando o ganho e o risco são altos. Pois quando o ganho e o risco são baixos, a situação não merece atenção; quando o ganho é alto e o risco baixo, a escolha é óbvia; e quando o ganho é baixo e o risco alto, nosso bom-senso/preguiça falam mais alto...
A maioria dessas escolhas não são dilemas no verdadeiro sentido da palavra. Você escolhe qualquer meia, porque isso não fará muita diferença em como será seu dia. E define certa direção para o grande problema, porque era a solução óbvia a se tomar.
Mas o que você faz quando a escolha a se adotar não é tão clara?
Perceba primeiro que isso só acontece em uma determinada situação, quando o ganho e o risco são altos. Pois quando o ganho e o risco são baixos, a situação não merece atenção; quando o ganho é alto e o risco baixo, a escolha é óbvia; e quando o ganho é baixo e o risco alto, nosso bom-senso/preguiça falam mais alto...


















